
"UMA COISA DE SANGUE" EM LAMEGO
UMA COISA DE SANGUE, de Belisa Branças
TEATRO
75 min.
M/12
SINOPSE
Num futuro distópico, não muito longínquo, em que o mundo foi divido em dois - Esquerda para um lado, Direita para o outro - três personagens femininas de diferentes gerações sofrem uma crise existencial. Crise essa que as obriga a pensar acerca das suas condutas, bem como das suas noções de moral e ética, e a entrar em conflito interno por não conseguirem exercer a sua liberdade individual face ao dever moral que se agiganta no momento de uma tragédia familiar e política. A trama paradoxal focada entre o desejo de liberdade e as responsabilidades coletivas serve de ponto de partida para questionar as atuais tendências sociais e políticas de pensamento extremado e separatista.
DIGRESSÃO
21 e 22 de março - Auditório Municipal de Gaia
5 de abril - Teatro Ribeiro Conceição, Lamego
9 de maio - local a anunciar
6 de junho - Centro Cultural de Lagos
6 de setembro - local a anunciar
15 de outubro - Teatro Municipal de Bragança
31 de outubro - Cineteatro Municipal de Serpa
FICHA ARTÍSTICA
Texto e encenação: Belisa Branças
Interpretação: Joana Petiz e Teresa Chaves
Interpretação em vídeo: Catarina Lacerda
Desenho de luz: Teresa Antunes
Composição musical: Rafael Maia
Videoarte: Miguel F
Consultoria artística: João Dinis Pinho
Produção executiva e apoio à dramaturgia: Mariana Dixe
Design de comunicação: Raquel Graça
Produção: Maratona – Associação Cultural
Apoio à residência: Sekoia – Artes Performativas, Instável – Centro Coreográfico, Balleteatro, Teatro da Didascália, Campus | Paulo Cunha e Silva, Baal17
Coprodutores: Auditório Municipal de Gaia, Teatro Municipal de Bragança, Teatro Ribeiro Conceição, Centro Cultural de Lagos, Centro Cultural e de Investigação do Funchal, Baal17
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Agradecimentos
Belisa Rodrigues, Fábio Ferreira, Mariana Guedelha, Miguel de Riba, Paulo Marinho, Teatro da Didascália

"UMA COISA DE SANGUE" EM lagos
UMA COISA DE SANGUE, de Belisa Branças
TEATRO
75 min.
M/12
SINOPSE
Num futuro distópico, não muito longínquo, em que o mundo foi divido em dois - Esquerda para um lado, Direita para o outro - três personagens femininas de diferentes gerações sofrem uma crise existencial. Crise essa que as obriga a pensar acerca das suas condutas, bem como das suas noções de moral e ética, e a entrar em conflito interno por não conseguirem exercer a sua liberdade individual face ao dever moral que se agiganta no momento de uma tragédia familiar e política. A trama paradoxal focada entre o desejo de liberdade e as responsabilidades coletivas serve de ponto de partida para questionar as atuais tendências sociais e políticas de pensamento extremado e separatista.
DIGRESSÃO
21 e 22 de março - Auditório Municipal de Gaia
5 de abril - Teatro Ribeiro Conceição, Lamego
9 de maio - local a anunciar
6 de junho - Centro Cultural de Lagos
6 de setembro - local a anunciar
15 de outubro - Teatro Municipal de Bragança
31 de outubro - Cineteatro Municipal de Serpa
FICHA ARTÍSTICA
Texto e encenação: Belisa Branças
Interpretação: Joana Petiz e Teresa Chaves
Interpretação em vídeo: Catarina Lacerda
Desenho de luz: Teresa Antunes
Composição musical: Rafael Maia
Videoarte: Miguel F
Consultoria artística: João Dinis Pinho
Produção executiva e apoio à dramaturgia: Mariana Dixe
Design de comunicação: Raquel Graça
Produção: Maratona – Associação Cultural
Apoio à residência: Sekoia – Artes Performativas, Instável – Centro Coreográfico, Balleteatro, Teatro da Didascália, Campus | Paulo Cunha e Silva, Baal17
Coprodutores: Auditório Municipal de Gaia, Teatro Municipal de Bragança, Teatro Ribeiro Conceição, Centro Cultural de Lagos, Centro Cultural e de Investigação do Funchal, Baal17
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Agradecimentos
Belisa Rodrigues, Fábio Ferreira, Mariana Guedelha, Miguel de Riba, Paulo Marinho, Teatro da Didascália

"UMA COISA DE SANGUE" EM bragança
UMA COISA DE SANGUE, de Belisa Branças
TEATRO
75 min.
M/12
SINOPSE
Num futuro distópico, não muito longínquo, em que o mundo foi divido em dois - Esquerda para um lado, Direita para o outro - três personagens femininas de diferentes gerações sofrem uma crise existencial. Crise essa que as obriga a pensar acerca das suas condutas, bem como das suas noções de moral e ética, e a entrar em conflito interno por não conseguirem exercer a sua liberdade individual face ao dever moral que se agiganta no momento de uma tragédia familiar e política. A trama paradoxal focada entre o desejo de liberdade e as responsabilidades coletivas serve de ponto de partida para questionar as atuais tendências sociais e políticas de pensamento extremado e separatista.
DIGRESSÃO
21 e 22 de março - Auditório Municipal de Gaia
5 de abril - Teatro Ribeiro Conceição, Lamego
9 de maio - local a anunciar
6 de junho - Centro Cultural de Lagos
6 de setembro - local a anunciar
15 de outubro - Teatro Municipal de Bragança
31 de outubro - Cineteatro Municipal de Serpa
FICHA ARTÍSTICA
Texto e encenação: Belisa Branças
Interpretação: Joana Petiz e Teresa Chaves
Interpretação em vídeo: Catarina Lacerda
Desenho de luz: Teresa Antunes
Composição musical: Rafael Maia
Videoarte: Miguel F
Consultoria artística: João Dinis Pinho
Produção executiva e apoio à dramaturgia: Mariana Dixe
Design de comunicação: Raquel Graça
Produção: Maratona – Associação Cultural
Apoio à residência: Sekoia – Artes Performativas, Instável – Centro Coreográfico, Balleteatro, Teatro da Didascália, Campus | Paulo Cunha e Silva, Baal17
Coprodutores: Auditório Municipal de Gaia, Teatro Municipal de Bragança, Teatro Ribeiro Conceição, Centro Cultural de Lagos, Centro Cultural e de Investigação do Funchal, Baal17
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Agradecimentos
Belisa Rodrigues, Fábio Ferreira, Mariana Guedelha, Miguel de Riba, Paulo Marinho, Teatro da Didascália

"UMA COISA DE SANGUE" EM serpa
UMA COISA DE SANGUE, de Belisa Branças
TEATRO
75 min.
M/12
SINOPSE
Num futuro distópico, não muito longínquo, em que o mundo foi divido em dois - Esquerda para um lado, Direita para o outro - três personagens femininas de diferentes gerações sofrem uma crise existencial. Crise essa que as obriga a pensar acerca das suas condutas, bem como das suas noções de moral e ética, e a entrar em conflito interno por não conseguirem exercer a sua liberdade individual face ao dever moral que se agiganta no momento de uma tragédia familiar e política. A trama paradoxal focada entre o desejo de liberdade e as responsabilidades coletivas serve de ponto de partida para questionar as atuais tendências sociais e políticas de pensamento extremado e separatista.
DIGRESSÃO
21 e 22 de março - Auditório Municipal de Gaia
5 de abril - Teatro Ribeiro Conceição, Lamego
9 de maio - local a anunciar
6 de junho - Centro Cultural de Lagos
6 de setembro - local a anunciar
15 de outubro - Teatro Municipal de Bragança
31 de outubro - Cineteatro Municipal de Serpa
FICHA ARTÍSTICA
Texto e encenação: Belisa Branças
Interpretação: Joana Petiz e Teresa Chaves
Interpretação em vídeo: Catarina Lacerda
Desenho de luz: Teresa Antunes
Composição musical: Rafael Maia
Videoarte: Miguel F
Consultoria artística: João Dinis Pinho
Produção executiva e apoio à dramaturgia: Mariana Dixe
Design de comunicação: Raquel Graça
Produção: Maratona – Associação Cultural
Apoio à residência: Sekoia – Artes Performativas, Instável – Centro Coreográfico, Balleteatro, Teatro da Didascália, Campus | Paulo Cunha e Silva, Baal17
Coprodutores: Auditório Municipal de Gaia, Teatro Municipal de Bragança, Teatro Ribeiro Conceição, Centro Cultural de Lagos, Centro Cultural e de Investigação do Funchal, Baal17
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Agradecimentos
Belisa Rodrigues, Fábio Ferreira, Mariana Guedelha, Miguel de Riba, Paulo Marinho, Teatro da Didascália

"UMA COISA DE SANGUE" EM GAIA (ESTREIA)
UMA COISA DE SANGUE, de Belisa Branças
TEATRO
75 min.
M/12
SINOPSE
Num futuro distópico, não muito longínquo, em que o mundo foi divido em dois - Esquerda para um lado, Direita para o outro - três personagens femininas de diferentes gerações sofrem uma crise existencial. Crise essa que as obriga a pensar acerca das suas condutas, bem como das suas noções de moral e ética, e a entrar em conflito interno por não conseguirem exercer a sua liberdade individual face ao dever moral que se agiganta no momento de uma tragédia familiar e política. A trama paradoxal focada entre o desejo de liberdade e as responsabilidades coletivas serve de ponto de partida para questionar as atuais tendências sociais e políticas de pensamento extremado e separatista.
DIGRESSÃO
21 e 22 de março - Auditório Municipal de Gaia
5 de abril - Teatro Ribeiro Conceição, Lamego
9 de maio - local a anunciar
6 de junho - Centro Cultural de Lagos
6 de setembro - local a anunciar
15 de outubro - Teatro Municipal de Bragança
31 de outubro - Cineteatro Municipal de Serpa
FICHA ARTÍSTICA
Texto e encenação: Belisa Branças
Interpretação: Joana Petiz e Teresa Chaves
Interpretação em vídeo: Catarina Lacerda
Desenho de luz: Teresa Antunes
Composição musical: Rafael Maia
Videoarte: Miguel F
Consultoria artística: João Dinis Pinho
Produção executiva e apoio à dramaturgia: Mariana Dixe
Design de comunicação: Raquel Graça
Produção: Maratona – Associação Cultural
Apoio à residência: Sekoia – Artes Performativas, Instável – Centro Coreográfico, Balleteatro, Teatro da Didascália, Campus | Paulo Cunha e Silva, Baal17
Coprodutores: Auditório Municipal de Gaia, Teatro Municipal de Bragança, Teatro Ribeiro Conceição, Centro Cultural de Lagos, Centro Cultural e de Investigação do Funchal, Baal17
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Agradecimentos
Belisa Rodrigues, Fábio Ferreira, Mariana Guedelha, Miguel de Riba, Paulo Marinho, Teatro da Didascália


