uma coisa
de sangue

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Num futuro distópico, não muito longínquo, em que o mundo foi dividido em dois - Esquerda para um lado, Direita para o outro - três personagens femininas de diferentes gerações sofrem uma crise existencial. Crise essa que as obriga a pensar acerca das suas condutas, bem como das suas noções de moral e ética, e a entrar em conflito interno por não conseguirem exercer a sua liberdade individual face ao dever moral que se agiganta no momento de uma tragédia familiar e política. A trama paradoxal focada entre o desejo de liberdade e as responsabilidades coletivas serve de ponto de partida para questionar as atuais tendências sociais e políticas de pensamento extremado e separatista.

  • UMA COISA DE SANGUE, de Belisa Branças
    TEATRO
    75 min.
    M/12

    Texto e encenação: Belisa Branças
    Interpretação: Joana Petiz e Teresa Chaves
    Interpretação em vídeo: Catarina Lacerda
    Desenho de luz: Teresa Antunes
    Composição musical: Rafael Maia
    Videoarte: Miguel F
    Consultoria artística: João Dinis Pinho
    Produção executiva e apoio à dramaturgia: Mariana Dixe
    Design de comunicação: Raquel Graça

    Produção: Maratona – Associação Cultural
    Apoio à residência: Sekoia – Artes Performativas, Instável – Centro Coreográfico, Balleteatro, Teatro da Didascália, Campus | Paulo Cunha e Silva, Baal17
    Coprodutores: Auditório Municipal de Gaia, Teatro Municipal de Bragança, Teatro Ribeiro Conceição, Centro Cultural de Lagos, Centro Cultural e de Investigação do Funchal, Baal17
    Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes

    Agradecimentos: Belisa Rodrigues, Fábio Ferreira, Mariana Guedelha, Miguel de Riba, Paulo Marinho, Teatro da Didascália

  • 21 e 22 de março - Auditório Municipal de Gaia
    5 de abril - Teatro Ribeiro Conceição, Lamego
    9 de maio - local a anunciar
    6 de junho - Centro Cultural de Lagos
    6 de setembro - local a anunciar
    15 de outubro - Teatro Municipal de Bragança
    31 de outubro - Cineteatro Municipal de Serpa

  • Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, de Jean-Jacques Rousseau (1754); Sobre a liberdade, de John Stuart Mill (1859); Reflexões sobre as causas da liberdade e da opressão social, de Simone Weil (1934); Cultura da contracultura, de Alan Watts (1998); Calibã e a Bruxa, de Silvia Federici (2017); American: The Farewell Tour, de Chris Hedges (2018).

  • "Fora da Mesa"
    Oficina para adolescentes e figuras parentais ou professores, com o objetivo, em formato de jogo de pares, de potenciar a colaboração entre jovens e adultos na realização de tarefas que combinam competências associadas a gerações diferentes. A ideia é contrariar a noção, que sabemos ser falsa, de que a educação acontece "à mesa" e exclusivamente do adulto para a criança.